segunda-feira, 16 de maio de 2011

A História da Redenção - II

Os anos se passaram...

Na
cidade de Ur, na Mesopotâmia, vivia um homem com seu pai, sua esposa e seus irmãos. Um dia, esse homem recebeu a visita dAquele que fez os Céus e a Terra.

Abrão, de 70 anos, comerciante de sucesso, recebeu uma visão do Senhor dos Céus, que lhe disse para sair com toda a sua família da cidade de Ur e fosse para a terra que Deus lhe mostraria. Abrão não sabia o tanto que andaria para chegar à terra de Canaã.

No meio do deserto, chegaram ao Egito. Lá, o Faraó se encantou por Sarai, esposa de Abrão. Contudo, Abrão deslizou ao enganar a majestade egípcia, e o rei e sua família sofreram por causa disso. Imediatamente, o Faraó expulsou Abrão do Egito, e Abrão e sua família continuaram em peregrinação rumo a Canaã.

Ao chegarem à terra de Canaã, Abrão ouviu a voz do Senhor. O Senhor lhe disse que seus descendentes se tornariam numerosos como as areias do mar. O SENHOR não lhe chamou mais Abrão, mas sim Abraão. E a sua esposa, chamou Sara. E além disso, o SENHOR prometeu que Sara lhe daria um filho, o filho da promessa.

Alguns anos depois, nasceu Isaque. Afeiçoado à sua mãe, o menino foi circuncidado pelo pai conforme a ordem de Deus e tomou parte na promessa do Pai.

Alguns anos depois, Deus testou a fé de Abraão. Mandou que subisse com Isaque até as montanhas da terra de Moriá, onde sacrificaria Isaque a Deus. Com dor no coração, o homem que era segundo o coração de Deus subiu até Moriá para sacrificar o filho amado.

Isaque, sem nada entender, subiu ao Moriá para sacrificar junto com seu pai. Chegou lá e não viu o cordeiro. Perguntou ao pai aonde estava, e este disse que o SENHOR proveria o cordeiro.

Isaque, o filho amado, percebeu que ele seria o sacrifício. Sem falar nada, deitou-se sobre o altar construído por seu pai. Quando Abraão ia sacrificá-lo, o SENHOR o interrompeu, pois Ele agora sabia o tamanho de sua fidelidade para com Ele. Imediatamente, o SENHOR enviou o cordeiro para ser imolado. Isaque não morreu, mas o Cordeiro morreu.

O SENHOR lhe mostrou, antes dele morrer, toda a história da redenção. Desde Adão até a volta dEle. Abraão morreu com a promessa de que um Homem, da sua descendência, viria libertar o seu povo da escravidão do pecado.

História da Redenção, parte II.

Lucas Vítor Sena, seu postador

terça-feira, 12 de abril de 2011

A História da Redenção - I

Os anos se passaram...

Um dia, um homem teve um sonho. E nesse sonho, Alguém lhe disse para construir uma arca, pois iria destruir a Terra. Noé, homem temente a Deus, obedeceu a voz do SENHOR, seu Deus.

A humanidade havia se pervertido. Os filhos de Deus, filhos de Sete, haviam se misturado com as filhas de Caim, as filhas dos homens. Em virtude disso, nasceram homens poderosos, gigantes, governantes da Terra. Mas, ao invés de eles seguirem ao SENHOR, seguiram a Lucífer e seus anjos. Por causa disso, se perverteram. Entretanto, Noé, filho de Lameque, da linhagem direta de Adão, era homem fiel a Deus e que se desviava do mal.

Um
dia, o SENHOR Deus disse a Noé que construísse uma arca. Não era uma tarefa fácil. Por isso, Noé levou cento e vinte anos para concluir a arca, sob insultos dos que moravam perto dele. E enquanto construía a arca, Noé pregava para os moradores da Terra sobre o grande dilúvio que viria para destruir a Terra.

Ao fim de cento e vinte anos, animais de todas as partes da Terra achegaram-se à arca que Noé havia construído, guiados pelos anjos de Deus
. Já todos os animais dentro, o SENHOR mandou Noé e sua família, seus filhos e suas noras, entrarem na arca. Os habitantes da Terra zombavam de Noé. "Ele está caducando! Não vai cair água do Céu!". Com menos de 24 horas, a porta da arca se fechou.

Um anjo das hostes celestiais viera pessoalmente fechar a porta da arca. Fechada a porta, as comportas dos céus se abriram, e as águas do grande abismo saíram, e as águas do grande mar inundaram toda a Terra. Os zombadores, vendo toda aquela chuva, suplicaram a Noé que abrisse a porta. Tarde demais. O anjo fechara, e Noé e o SENHOR se certificaram de que a porta estava fechada.

As águas mataram os habitantes da Terra.

Depois
de quarenta dias, Noé soltou uma pomba da arca. A pomba voltou trazendo um ramo de oliveira no bico. Alguns dias depois, Noé soltou novamente a pomba. Ela não retornou, e então ele soube que as águas haviam abaixado. A arca pousou no monte Ararate, na terra dos turcos, e está lá até os dias de hoje.

Ao sair da arca, o SENHOR falou a Noé: "Eis que hoje faço uma aliança contigo. Não mais irei destruir a Terra com água. Porei o meu arco entre as nuvens para que saibais que eu sou o SENHOR, que cumpro a minha aliança contigo hoje, Noé." Minutos depois, via-se um arco de sete cores cortando os céus da Terra purificada do pecado.

Noé faleceu com a lembrança daquele arco de sete cores na sua mente, um símbolo da aliança do SENHOR com ele. Ele morreu com a certeza de que um dia veria o Deus que cumpre o que promete aos Seus filhos.

História da Redenção, Parte I

Lucas Vítor Sena

segunda-feira, 4 de abril de 2011

A História da Redenção - Prelúdio

O céu do Éden se escureceu de repente. Trovões e relâmpagos assustavam os animais que não sabiam de nada.

De repente, ouviu-se a voz do Criador chamando Adão. "Onde estás, meu filho?", perguntava o SENHOR. Mas Adão e Eva estava escondidos entre as árvores. Haviam transgredido a ordem do Criador. Haviam comido do fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal. Influenciados pela serpente, desobedeceram ao Seu SENHOR.

De repente, ouve-se a voz de Adão, com medo. "'Ouvi Tua voz no jardim e tive medo, meu Pai, porque estava nu; e me escondi".

O Criador não entendeu. Adão sabia que estava nu? "Meu fliho, quem te disse que estavas nu? Tu comeste do fruto que eu te disse para não comer?"

Adão, culpado, respondeu que sim. Entretanto, colocou a culpa em Eva, sua mulher, a mulher que Deus tinha dado para que ele não ficasse só.

O SENHOR não poderia acreditar. Seus filhos, os seres mais perfeitos que Ele ja havia feito, pecaram? Ele não queria acreditar. Então, questionou Eva. "Minha filha, porque comestes do fruto daquela árvore?" Eva, com medo, respondeu: " A cobra me enganou, meu Pai, e eu comi."

O SENHOR ficou irado. O mesmo ser que plantara a discórdia no Paraíso Celestial, agora plantava a discórdia na Terra perfeita. Lúcifer, o anjo caído, espalhara seu veneno no Éden.

O SENHOR viu que o mal havia sido feito. Amaldiçoou a serpente, a mulher e o homem. Porém, disse para a serpente: "A descendência da mulher te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar." Foram palavras que não foram ao vento, pois se cumpriram.

Deus, triste, mandou que Adão tomasse um cordeiro do seu rebanho. Adão tomou. Deus mandou que Adão o sacrificasse. Com lágrimas nos olhos e um nó na garganta, Adão matou o cordeirinho indefeso. Chorando, o queimou num altar fora do Éden.

Deus, em Seu imenso amor, explicou que aquele cordeiro significava que alguém morreria pelos pecados de todo o mundo, e que naquele momento, aquele cordeiro estava morrendo pelos pecados de Adão.

Adão entendeu, triste, chorando, que o cordeiro morreu por ele, e que no futuro, o SENHOR enviaria um Cordeiro para morrer pelo mundo.

Finalmente, Deus expulsou Adão e Eva do Éden, e, para que eles não retornassem ao jardim que era reflexo do Céu, Deus colocou um anjo com uma espada flamejante nos portões do jardim.

Adão e Eva morreram com a esperança de que o Cordeiro de Deus viria para morrer pelos seus pecados. Quase 5.500 anos depois, um Carpinteiro morreu numa cruz que ele próprio pode ter ajudado a fazer. O cordeiro fugiu das mãos do homem, e o Cordeiro enviado pelo Pai morreu pelos pecados de Adão.

Prelúdio da História da Redenção.

Lucas Vítor Sena, seu postador

domingo, 3 de abril de 2011

A História da Redenção

Oi pessoal, beleza?

Seguinte: hoje, estou dando início a uma série de postagens, chamada "A História da Redenção", que trata nada mais nada menos do que a história da redenção humana.

Pra começar, o termo História da Redenção é o nome de um dos livros de Ellen G. White. Pra que essa série aconteça, vou ter a ajuda da amiga Rebeca_Msb, do Blog Opugno. Não só dela, mas também do Annison Lopes, meu amigo. E vamos escrever embalados por André e Tiago Arrais, com seu álbum "Introdução". E vamos dar uma releitura de "História da Redenção", de E.G.W., moldada aos nossos tempos contemporâneos.

Amanhã tem a primeira parte! Não percam!

Lucas Vítor Sena, seu postador

quarta-feira, 16 de março de 2011

A Oração é o Exercício da Fé

No momento em que escrevo essas palavras, Leonardo Cavalcante e Mikael Lima escrevem em suas subs no MSN mensagens de força para Almir Dias.

Almir Dias, bombeiro, casado, sem filhos, membro de nossa igreja, está com um tumor cerebral. Está internado no Hospital das Clínicas, em São Paulo de Piratininga (aprendi isso com meu amigo Marcelo Brunella :]). Sua esposa, Cristiane Dias, está com ele em São Paulo. As duas famílias estão orando sem cessar pela vida do Almir.

Hoje eu vejo que a vida é cruel. A vida nos prega peças, mas nós, com a ajuda de Deus, devemos esmagar essas dificuldades. Vejo o Almir, cheio de vida, saudável, bombeiro militar nesta situação, e me lembro de João Kinsey da Costa Barros, que teve meningite em 2003. Hoje, o Kinsey é pai, casado, membro ativo da classe de Jovens da Escola Sabatina. Lembro também de mim, em 2001, na UTI, padecendo de asma. Hoje, estou aqui. Um milagre.

Eu concordo que a qualquer momento, Deus pode fazer um milagre. Basta nós orarmos. Nossas orações sobem ao trono de graça da Majestade Celestial como um incenso suave. Arrisco-me a dizer que se minha oração sobem como incenso suave, as orações de todos subirão como um forte incenso ao trono de graça do Pai do Céu.

Se cada criança orar: "Papai do Céu, cura o Almir",
Se cada jovem orar: "Senhor Deus, cura o Almir",
Se cada adulto orar: "Santo Deus, cura o Almir",
Se cada idoso orar: "Bondoso Deus Pai, reestabelece a saúde do Almir",

Nossas orações farão a diferença, e se cumprirá o que Nadson Portugal canta: "tem alguém orando, posso sentir. tem alguém orando por mim". Oremos todos juntos por Almir Dias.

Cordialmente,

Lucas Vítor Sena, seu postador

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Sangue, suor e lágrimas

O Clube Shalom tava ensaiando pro Concurso de Ordem Unida da AceAM. Estávamos dando duro, afinal, a etapa ACeAM era no Camporee, e a gente passou.

Isso me faz lembrar de uma coisa que Paulo escreveu lá em I Coríntios: "Não sabeis vós que os que correm no estádio, todos, na verdade, correm, mas um só leva o prêmio? Correi de tal maneira que o alcanceis. Todo atleta em tudo se domina; aqueles, para alcançar uma coroa corruptível; nós, porém, a incorruptível."

O Arlen Johnes, nosso instrutor, sempre dizia: "Aqui, meu amigo, não tem choro e nem vela. Aqui é sangue, suor e lágrimas. E nós estamos dando o nosso melhor para honrar e glorificar a Deus."

Sempre depois dessa injeção de ânimo, a gente fazia a evolução perfeitamente. E por pouco, a gente não conseguiu o 1º lugar. Mas a gente se dedicou e fez o nosso melhor. E veio também a pontuação máxima do Camporee pra gente: o Troféu Amor. Porque fizemos o nosso melhor.

Pra nós também foi alegria muito grande o que aconteceu na terça-feira a tarde. Choveu no IAAI, e a Banda Shalom inventou de ensaiar na chuva. Não deu outra. Dez minutos depois, o Camporee inteiro tava na frente do nosso acampamento. Apesar de tudo, foi muito massa!

Foi alegria para nós também na terça a noite, quando a Núbia Rejânia, nossa amada e querida conselheira, foi investida em líder pelo pastor Donato Azevedo, departamental de Desbravadores da UNOB. Sempre algo no Camporee era motivo de alegria para todos nós.

Agradecemos a Deus por ter nos proporcionado a alegria de viver como irmãos durante cinco dias. Cinco dias nos quais choramos, sorrimos, nos alegramos, ficamos tristes, mas, acima de tudo, estávamos em família, a família Shalom.

Viva o clube Shalom ! Vivam os Desbravadores da ACeAm ! E, mais do que tudo, Maranata, ora vem Senhor Jesus !

Abraço !

Lucas Vítor Sena, seu postador
P.S.: Dedicado a minha segunda família, o Clube de Desbravadores Shalom

sábado, 11 de setembro de 2010

A Geração Esperança

Pois tu és a minha esperança, Senhor Deus, a minha confiança desde a minha mocidade. Salmos 71:5.

Dizem que a geração de hoje é a Geração Esperança, a geração que verá o retorno de Cristo nas nuvens do Céu. Mas é verdade? Como podem crer que somos a Geração Esperança, se somos fracos, falhos e pecadores?

Confiam em nós porque a missão que temos já é antiga, nunca fracassou durante os séculos. Rápida e simples, a nossa missão é levar o evangelho de Cristo a cada bairro, a cada lar, como diz a velha música do quarteto Arautos do Rei.

Se perguntarem: vocês são a Geração Esperança?, devemos dizer: Sim, nós somos! E se perguntarem o que a Geração Esperança faz, devemos dizer que a Geração Esperança anuncia o breve retorno de Jesus, que virá e não tardará. Cristo vem, e nós somos Mensageiros da Luz, mensageiros que levam luz a toda a gente.

Somos Herdeiros da Coroa celestial, porque almejamos a coroa que nos está reservada.

Somos jovens Missionários, porque levamos a palavra de Deus a todos os que precisam.

Mas nós somos também portadores de paz, portadores de Shalom.

Naquele lindo Alvorecer, veremos, descendo pela constelação de Órion, Emanuel, Deus conosco. E gritaremos: ELUZAI, Deus é a nossa fortaleza! Mas, para que isso aconteça, devemos ser Atalaias do Rei, Atalaias Luminares, que levam Cristo a toda gente. E mais do que isso, devemos confirmar a nossa fé sendo a Geração Esperança, a geração que vai ver Cristo sentado em seu trono, vindo nas nuvens do Céu.

No Céu, seremos reconhecidos como os Arautos da Verdade, os Arautos do Advento de Nosso Senhor. E todos teremos orgulho de gritar: MARANATA! Sim, ora vem Nosso Senhor, que há de vir e virá, e não tardará!

Preparemos-nos, pois, pois temos um encontro marcado com a Fonte de nossa salvação, com o Desejado de Todas as Nações, com o Messias Redentor, com Cristo, nosso Senhor e Salvador.

Um abraço!

Lucas Vítor Sena, seu postador
P.S.: Post dedicado aos clubes que participaram do XVII Camporee da ACeAM.